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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
sábado, 4 de maio de 2013
SLIDES - PLENÁRIA - ENSINANDO AS CRIANÇAS A PERMANECEREM EM CRISTO
Pronto genteee... vocês que pediram para publicar os slides do último Workshop realizado no dia 01 de maio de 2013 na Igreja Evangélica Assembléia de Deus - Congregação Ipase - São luís - MA. Podem copiar à vontade, é nosso!!! Paz de Jesus!!
segunda-feira, 22 de abril de 2013
CONHECENDO AS CRIANÇAS DE 5 E 6 ANOS - (FALA, CURIOSIDADE, NÍVEL DE ATENÇÃO, MOVIMENTO)
Pintura de Donald Zolan.
As crianças de 5 e 6 anos já tem domínio oral. Elas conseguem descrever acontecimentos de forma encadeada, narrando suas experiências com começo, meio e fim. Elas podem trocar a letra R pelo L ou D pelo T ou vice-versa. Essa dificuldade pode interferir no processo de socialização,uma vez que as crianças logo identificavam as diferenças nos colegas e podem, por isso, fazer comentários maldosos ou deixá-las de lado.
Esta é a fase em que a criança mais pergunta. Está sempre querendo saber o porque de tudo. E às vezes, nem espera uma resposta!
A criança é por natureza curiosa. Procure explorar a curiosidade de modo positivo. Utilize materiais didáticos variados.
Nesta fase, elas conseguem prestar atenção de 10 a 15 minutos durante o ensino da lição bíblica. Ainda não possuem visão panorâmica, por isso, a tendência é fixar-se num pormenor que a impressionou. Também não sabem correlacionar e prendem-se a detalhes que mais lhes chamem atenção através das cores.
A criança é um ser essencialmente ativo, sempre alerta e em movimento, por isso gasta muito mais calorias do que um adulto. Obrigá-la a ficar imóvel e sem falar durante mais de dez ou quinze minutos, é tão fatigante como obrigá-la a andar num pé só durante esse tempo.
Uma criança excessivamente calma ou pouco ativa deve gerar preocupações. Então procure planejar atividades bem dinâmicas.
A fala da criança traduz o seu modo próprio de pensar e não pode ser confundida com um falar aleatório.
Ao contrário, cabe ao professor ajudá-la a explicar, para si e para os demais, as relações e associações contidas em suas falas, valorizando a intenção comunicativa para dar continuidade aos diálogos. Para isso, é importante que se crie um clima de confiança, respeito e afeto, em que as crianças experimentem o prazer e a necessidade de se comunicar.
REFERÊNCIA: REVISTA CPAD - EBD - MESTRE - 1/2 - JARDIM DE INFÂNCIA - 5 e 6 ANOS
sábado, 20 de abril de 2013
CONVERSANDO COM AS PAREDES: O QUE LEVAR EM CONTA AO PLANEJAR A DECORAÇÃO
A decoração das paredes e espaços da EBI - Escola Bíblica Infantil, além de produzir um efeito visual agradável, revela de forma evidente o tipo de trabalho educacional de qualidade que ali se realiza.
Algumas idéias sobre como obter esse efeito: Simples, basta evitar duas situações, infelizmente, muito comuns: colocar a "marca do adulto" em toda parte, em vez de ressaltar as produções das crianças; e manter o espaço pobre visualmente.
DEIXE A "MARCA DA CRIANÇA" APARECER MAIS E MANTENHA A DOS ADULTOS EM SEGUNDO PLANO.
O excesso de figuras, personagens, desenhos confeccionados por adultos demonstra que naquele espaço a expressão da criança não está sendo devidamente valorizada. É natural e saudável que queiramos decorar a nossa sala da forma mais bonita possível. Também é gostoso confeccionar cartazes e cenários que vão agradar às crianças. O problema acontece quando a nossa intervenção é a mais importante e os desenhos, as pinturas e outras produções das crianças ficam em segundo plano. Paredes onde apenas os trabalhos dos adultos são exibidos estão dizendo à criança: "Você é ainda muito pequena para produzir alguma coisa que valha a pena ser mostrada".
Diante de materiais como pinturas, desenhos, colagens, modelagens, murais e outros elementos que ficam expostos no ambiente da EBI, procura-se observar o seguinte:
- Quem participou mais da confecção, o/a educador / a ou as crianças?
- Em que medida essas produções contam o que tem sido realizado com o grupo de crianças?
- Estão em que altura?às vezes, ficam tão altos que as crianças não conseguem vê-los. (alguém pode dizer: se colocarmos embaixo, as crianças vão mexer e estragar! Mas faz parte do trabalho do educador cristão ensiná-las aos poucos a preservar o que está disposto na sala de aula).
É também papel da EBI, estimular a criatividade das crianças, a decoração deve contar sempre com a participação efetiva das crianças, mesmo das muito pequenas.
INVISTA NA CRIAÇÃO DE UM ESPAÇO VISUALMENTE RICO
- Outra situação que ocorre com frequência é encontrar um espaço seminu, com um cartaz com um aviso ali, um desenho confeccionado pelo educador do outro lado, e pronto. As paredes estão nos dizendo: "Aqui as pessoas estão trabalhando desmotivadas; não sabem muito bem o que propor às crianças". Nesses ambientes predomina uma certa tristeza. Muitas vezes os adultos nem tempo para pensar em organizar o espaço que têm, pois ficam o tempo todo correndo de um lado para o outro, "cuidando das crianças".
REFERÊNCIA: Coleção Trocando em Miúdos as diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Vol. 4 - p. 16-18
ADAPTAÇÕES: Taty Amaral
Algumas idéias sobre como obter esse efeito: Simples, basta evitar duas situações, infelizmente, muito comuns: colocar a "marca do adulto" em toda parte, em vez de ressaltar as produções das crianças; e manter o espaço pobre visualmente.
DEIXE A "MARCA DA CRIANÇA" APARECER MAIS E MANTENHA A DOS ADULTOS EM SEGUNDO PLANO.
O excesso de figuras, personagens, desenhos confeccionados por adultos demonstra que naquele espaço a expressão da criança não está sendo devidamente valorizada. É natural e saudável que queiramos decorar a nossa sala da forma mais bonita possível. Também é gostoso confeccionar cartazes e cenários que vão agradar às crianças. O problema acontece quando a nossa intervenção é a mais importante e os desenhos, as pinturas e outras produções das crianças ficam em segundo plano. Paredes onde apenas os trabalhos dos adultos são exibidos estão dizendo à criança: "Você é ainda muito pequena para produzir alguma coisa que valha a pena ser mostrada".
Diante de materiais como pinturas, desenhos, colagens, modelagens, murais e outros elementos que ficam expostos no ambiente da EBI, procura-se observar o seguinte:
- Quem participou mais da confecção, o/a educador / a ou as crianças?
- Em que medida essas produções contam o que tem sido realizado com o grupo de crianças?
- Estão em que altura?às vezes, ficam tão altos que as crianças não conseguem vê-los. (alguém pode dizer: se colocarmos embaixo, as crianças vão mexer e estragar! Mas faz parte do trabalho do educador cristão ensiná-las aos poucos a preservar o que está disposto na sala de aula).
É também papel da EBI, estimular a criatividade das crianças, a decoração deve contar sempre com a participação efetiva das crianças, mesmo das muito pequenas.
INVISTA NA CRIAÇÃO DE UM ESPAÇO VISUALMENTE RICO
- Outra situação que ocorre com frequência é encontrar um espaço seminu, com um cartaz com um aviso ali, um desenho confeccionado pelo educador do outro lado, e pronto. As paredes estão nos dizendo: "Aqui as pessoas estão trabalhando desmotivadas; não sabem muito bem o que propor às crianças". Nesses ambientes predomina uma certa tristeza. Muitas vezes os adultos nem tempo para pensar em organizar o espaço que têm, pois ficam o tempo todo correndo de um lado para o outro, "cuidando das crianças".
REFERÊNCIA: Coleção Trocando em Miúdos as diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Vol. 4 - p. 16-18
ADAPTAÇÕES: Taty Amaral
sexta-feira, 1 de março de 2013
IDÉIAS SOBRE PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA BÍBLICA INFANTIL
AMBIENTE EDUCATIVO PARA CRIANÇAS ATÉ 6 ANOS DE IDADE
O ambiente da EBI - Escola Bíblica Infantil, sala de aula e outros espaços educativos nela existentes devem ser aconchegantes para as crianças.
Cada ambiente nos diz algo diferente sobre a visão da infância que as pessoas que nele trabalham possuem, sobre seus valores e sua proposta de ensino. Quer se dêem conta disso ou não, esses ambientes educam os que neles vivem e vão influenciar de forma bem distinta a sua vida.
O que chamamos de ambiente inclui o espaço físico (as salas com seus mobiliários, sua decoração, os materiais), e a forma, por quem e em que momentos é usado. Fazem parte do ambiente as relações, os sentimentos, os cheiros,os sons que por ele circulam. O que pode e o que não pode ser mexido pelas crianças, os lugares perigosos, os cantinhos de que as crianças gostam mais, etc.
O ambiente não é algo que possa ser fotografado (a máquina só vai registrar a dimensão física). Ele é algo que sentimos e vivemos.
A maneira como são planejadas, organizadas e integradas as dimensões físicas, temporais, funcionais e relacionais do ambiente devem ser consideradas. A forma como iremos utilizar o ambiente a favor de nossos objetivos, também deve ser considerada, visando promover o desenvolvimento integral das crianças de até seis anos.
Muitas vezes a rotina faz com que nos acomodemos. Talvez você tenha se acostumado a situações que podem ser modificadas. Nós, educadores cristãos, precisamos nos sentir a vontade para interferir na organização do ambiente da Escola Bíblica Infantil, e claro, que de comum acordo com a direção e com os demais irmãos que compõem a Equipe de Ensino Bíblico. Precisamos ter iniciativa. Sugerir, questionar, transformar quando necessário e possível.
Devem ser levadas em conta, ao organizar o ambiente da Escola Bíblica Infantil, alguns aspectos gerais como:
- Possuir uma proposta curricular de estudo bíblico infantil compartilhada;
- Essa proposta deve ser elaborada e aperfeiçoada pelos professores, que interagem com as famílias, com a igreja, com a comunidade onde estão localizados, aproveitando e desenvolvendo o seu potencial.
- Os professores sabem com clareza que atividades propor às crianças e com que objetivos.
Analisar a construção das instalações físicas da EBI.
- Refletir sobre até que ponto o ambiente físico da EBI demonstra preocupação com o bem estar das crianças e dos educadores;
- Se o ambiente físico da EBI oferece riscos à saúde e ao desenvolvimento integral das crianças, não hesite: mobilize as famílias e a Igreja e procure resolver o problema.
Analisar os locais disponíveis:
- Sala destinada ao grupo de crianças com que irá trabalhar;
- E os outros espaços da EBI (áreas internas e externas).
REFERÊNCIA: Coleção Trocando em Miúdos as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Vol. 4 - Um ambiente para a criança ver, mexer,inventar, conviver. P. 9-13.
ADAPTAÇÕES feitas por Taty Amaral

domingo, 24 de junho de 2012
AGENDA 04 DE AGOSTO de 2012
PARTICIPAÇÃO DA TIA TATY AMARAL NO SÁBADO (04/08)
Workshop 1 (14:00 às 17:30h)
"Uso de materiais recicláveis e outras alternativas viáveis na EBD" (Taty Amaral)
Plenária 3 (19:30h às 21:30h)
"O professor e o aluno: uma relação de amor" (Taty Amaral)
Você pode saber mais sobre o este evento acessando o blog: http://www.simposioebd.blogspot.com.br/
OFICINA O LÚDICO NO ENSINO BÍBLICO
Aconteceu na IEAD - Igreja Evangélica Assembléia de Deus - Campo Cohatrac - Sao Luís - MA - Igreja liderada pelo Pastor Joás Albuquerque. Departamento Infantil sob a coordenação da irmã Liliane Corrêa. Realizada pela Equipe Taty Amaral no dia 05 de maio de 2012, orientada pelas irmãs Stéphanie Paula e Vanessa Silva. Foi uma benção!!!
sábado, 23 de junho de 2012
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